Rosemary D. Padilha e Silvia Fontes

Rosemary D. Padilha e Silvia Fontes

DIÁLOGOS INTERATIVOS: "Idoso - As diferentes faces do idoso na família"
Rosemary Damaso Padilha

Psicóloga CRP:08-02126 - Mestre em Educação
Especialista em Psicologia Clínica
Especialista em Terapia de Família e Casal
Pós-Graduada em Abordagem Sistêmica em Terapia Corporal
Pós-Graduada em Supervisão Clínica em Terapia de Casal e Família
Formação em Terapia Corporal
Formação em Mediação
Docente e Supervisora do Curso de Terapia de Família da Clínica de Terapia Integrada - CTI – em Curitiba (1996 a 2003)
Docente do Curso de Relações Familiares da CTI (2000-2001) Docente do módulo de Mediação do curso de pós-graduação em Concepção Sistêmica da Universidade Positivo – Curitiba – Pr.(2005 a 2012)
Sócia fundadora e vice-presidente da APRTF na 1ª gestão (1994 a 1997)
ATIVIDADES PROFISSIONAIS ATUAIS
Psicoterapeuta de indivíduos, casais e famílias. Mediadora de Conflitos.
Docente, Supervisora e Coordenadora dos Cursos de Mediação Sistêmico-Integrativa da Amanapaz.desde 2004.
Coordenadora de Grupos de Consciência Corporal desde 1985.
Voluntária da Clínica Social e Coordenadora de grupo de Intervisão e do Projeto Família Melhor da APRTF

RESUMO:
O aumento da expectativa de vida e a redução da natalidade, no Brasil, fenômenos que se verificam desde o final do século XX e se consolidam neste início do século XXI, levam à necessidade de refletir sobre essa fase do ciclo vital que se prolonga, o envelhecimento. As mudanças na configuração familiar, geradas apenas por esses dois aspectos – menos nascimentos e maior longevidade da população – já exigem novas medidas em todas as áreas do conhecimento humano.
Refletindo sobre as consequências dessas mudanças na área da psicoterapia, acreditamos que a terapia de família seja a modalidade terapêutica mais indicada para o atendimento do idoso, principalmente nas etapas mais adiantadas do envelhecimento, em que o ser humano já não é mais autossuficiente.
Serão os familiares que terão que resolver os conflitos que se apresentam com o envelhecimento e as consequentes limitações dos seus membros. Vivenciando tal situação familiar e tendo que tomar decisões vitais em relação a uma pessoa na fase de velhice extrema, segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS, levantamos várias questões que entendemos serem de vital interesse para os terapeutas de família e pretendemos discutir neste espaço do XII Congresso de Terapia Familiar.

Silvia Gomes de Mattos Fontes
CRP 16-442 - Psicóloga Clínica
* Especialista em Gestalt Terapia e Bioenergética.
* Especialista em Terapia Familiar Sistêmica.
* Membro-Titular fundadora da ATEFES- Associação de Terapia Familiar do Espírito Santo.
* Membro da ABRATEF - Associação Brasileira de Terapia Familiar.
* Diretora da Clínica APOIO PSI Serviços de Psicologia.

RESUMO:
Vivemos hoje uma longevidade que nos permite chegar aos 80 anos com razoável tranquilidade!
Mas, isto gera mudanças em todo nosso quadro social.
Quais os ganhos que isto nos proporciona?
E quais as dificuldades que nos acarretam?
Cuidados com o corpo e com a mente, nossas interações sociais, projetos e interesses pessoais, finanças, e outros temas tornam-se mais visíveis diante desta nova realidade.
E novas transformações se apresentam na dinâmica familiar! Vamos conversar sobre este tema e compartilhar sentimentos e experiências, ampliando nossos olhares!